CÉU DA
POESIA
É claro que estamos
Sob o céu da poesia
E
discutimos ardorosamente
Sobre o véu da alegria
Senão como é que as
noites seriam belas
É claro, dores sentimos
Mas não a vemos
penduradas nas estrelas
Nós fazemos um ensaio diário de
felicidade
Pondo em pauta nossas diretrizes e regras
Tudo em capaz
cumplicidade
Numa tentativa de bem viver sem andar às
cegas
E ao fim da nossa batalha diária
É hora de elevarmos
nossa prece
A estrela que nos guia
Porque com ela dormimos até
quando amanhece
E assim temos a certeza de um lindo
dia.
WalterBRios/ sábado, 23 de abril de
2005