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Foste iludida pelo viperino canto
de algum "sereio" vil e sedutor,
que fez da internet um meio tentador
para enganar-te e te levar ao pranto!
Ah, quantos sonhos não serão sonhados,
quantos momentos não serão lembrados
em face do nocivo “canto do sereio"...
Enganada... não serás feliz como desejas!
Iludida... nunca atingirás a meta que planejas
E eu... solitário... enterro o que anseio!
Quem sou, uma ilusão?
Eugénio de Sá - Portugal
Sou aquele que te preenche as noites
Que te dá o sentido ao que imaginas
Sou o poeta das letras que dominas
E se não tenho hora de chegar
É porque não me ditas um horário
senão faria disso um facto primário
E não terias de que te queixar |
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Separados não estamos, somos um
por isso a minha imagem tens presente
e apalpas um vazio que julgas quente
na tua cama feita p´ra homem nenhum
Então vestes-me o sonho e sou de carne
e mando no teu corpo alegremente
mas o sonho é letárgico, dormente
E o acordar confrange o próprio cerne
Dou-te então o sentido quando sentes
que aquela cama que julgavas plena
não tem mais que uma alma pequena
encolhida, porque a ti própria mentes
E ao entrar-te pela janela o vento
traz consigo os ecos d'amargura
que te nega a esperança da ventura
De que a tua ilusão é vão sustento
ILUSÕES...
Fafá Lima
Entre os vão da vida
Em busca de paixão |
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