ILUSÃO.
Sávio Assad - Niterói/RJ - 18/01/2007

 

Pergaminho de contas, onde se conta, um conto
Profundo e sincero, embora melancólico
Arrancado do extremo ser gritante e destemido.

Fio de conduta sempre atado no coração sombrio
Feito ponta de lança, espetada profundamente
Serena como um cálice de vinho tinto e amargo.

Seqüela de um desvio, reto e sem voltas
Envolto no emaranhado da vida alheia
Sem precisar o momento correto de infinito ser.
 

ILUSÃO
Schyrlei Pinheiro

 

Imaginação, pura inspiração,
que sai do poço das ilusões,
sentidas, que vivem
em nossos sonhos a dançar .
Admirando o céu,
vendo uma ave passar,

lá se vão os pensamentos,
com a visão,
transportando-se,
sem saber onde irão parar.
Manhosa, cheia de desejos,
tudo pode modificar;
leva apenas um segundo,
para ir e voltar,
deixe-me livre.
Quero com o amor sonhar.
 

A M O R
Sebastião Antônio Baracho

 

Sinto o perfume da flor
No sorriso do inocente
Espelhando pureza e amor
No fundo da alma da gente.

Um afago de criança,
Em alegria sem freio,
É o mel da bonança
No côncavo do seio.

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